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sexta-feira, 5 de março de 2010

05 DE MARÇO DE 2010

Para refletir:


Muitas vezes os nossos relacionamentos de amizade são um fracasso porque somos imaturos. Peça a Deus para que você seja mais maduro.
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Dia do filatelista – Dia mundial da oração



São João da Cruz
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Liturgia do dia:


Gênesis 37, 3 – 4; 12 – 1317b – 18
Salmo:105
São Mateus 21, 33 – 43: 45 - 46
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Sesc apresenta fute-tênis


            Modalidade esportiva pouco conhecida do público, o fute-tênis, promete agradar crianças, jovens e adultos em diversas unidades do Sesc/Rio, no mês de março. Dia 7, às 14h, o Sesc idealizador do fute-tênis e ex-atleta, Oscar de Oliveira, que ensina aos praticantes da unidade as jogadas do tênis com os pés. A programação é aberta ao público em geral: basta chegar e participar. para dar uma idéia do que se trata, o fute-tênis é uma espécie de futebol jogado numa quadra de tênis, com direito a rede e balizas.
          Muito parecido com o tênis no que se refere aos movimentos acrobáticos, jogadas paralelas e diagonais, o fute-tênis surgiu no interior de São Paulo em 1990, pelos pés de seu idealizador.
          A pontuação é feita por meio de sets e games e seus praticantes não usam raquetes, mas os pés, o corpo e uma bola de futebol. Outro fator preponderante é a introdução dos gols, como no futebol. No fute-tênis também não se pode tocar a mão na bola. Este tipo de falta provoca a penalidade máxima: tiro livre direto de um canto da quadra ao gol adversário, vazio.
        Várias personalidades já testaram o jogo, entre elas o ex-jogador de basquete Oscar Schimdt, os jogadores de futebol Belleti e Milene Domingues, além de ídolos como: Ademir da Guia, Dadá Maravilha, Vladimir. O esporte vem atraindo cada vez mais adeptos, em vista dos inúmeros campeonatos e torneios já realizados. Em 2001, foi fundada a Federação Brasileira de Fute-tênis (FEBRAFUT), hoje denominada Confederação Brasileira de Fute-tênis (CBFT). No mesmo ano, o Ministério do Esporte o reconheceu como esporte.
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ARISTÉLIO TRAVASSOS DE ANDRADE



* 18/03/1934 + 04/03/2010

             A imprensa brasileira está de luto. Depois de uma longa enfermidade que o levou a ficar internado mais de seis meses, faleceu na madrugada de ontem o jornalista ARISTÉLIO TRAVASSOS DE ANDRADE, figura por demais conhecida nos setores de política e imprensa do Estado do Rio de Janeiro.
           Natural de Timbaúba (PE) ex- zona da mata, de onde seus pais sairam para morar no Rio de Janeiro, Aristélio era uma pessoa bastante articulada, estudou no Instituto Teológico Adventista onde hoje funciona o Colégio Petropolitano de ensino, cursou contabilidade e trabalhava de dia na Casa Turuna. Após sua formatura, ficou doente dos pulmões e foi morar em São José dos Campos (SP). Com a doença já controlada fez concurso para o Centro Técnico de Aeronáutica, e ingressou em 1952 no Partido Comunista Brasileiro do qual nunca se afastou. Por incumbência do partido fez o concurso da Petrobrás onde ficou vários anos.
         Seu envolvimento com a política e no auge do regime militar do país, Aristélio acabou detido em 1964 no Presídio Ferreira Viana, rua Frei Caneca e não conseguindo mais emprego acabou virando jornalista sendo um dos mais competentes e respeitados profissionais da imprensa brasileira.
         Neste setor ele foi colunista do jornal A VOZ DA SERRA assinando a coluna Entre Linhas, trabalhou no Jornal dos Sports, Correio da Manhã, sucursal do Estadão, Folha de São Paulo e em O Globo. Após várias batidas policiais, foi para São Paulo e trabalhou na Editora Abril, Enciclopédia conhecer, Revista Realidade, e ao lado de Maurício Azedo, fundou a Revista Placar. Voltou ao Rio de Janeiro e com o dinheiro da indenização comprou um chalé em Muri, foi trabalhar na TV Manchete, regressando dois anos depois à Petrobrás. Quando Color de Mello foi eleito presidente, Aristélio pediu demissão e foi ser diretor de jornalismo da TV Serramar, na época de propriedade de Chagas Freitas.
             Para poder sobreviver abriu o restaurante japonês Kyori, período em que passou a lutar pela melhoria da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) quando foi eleito tesoureiro. Se integrou também à Associação Friburguense de Imprensa (AFI) e a Academia Friburguense de Letras (AFL). Foi ai que aceitou o desafio dos colegas de partido e se candidatou a Prefeito de Nova Friburgo recebendo na oportunidade 8 mil votos 7% da votação.
Ele deixa viúva a esposa Marly e órfãos os filhos Alexandre e Sylas
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Frizão vai lutar pela
Taça Joào Ellys

         Sem possibilidades de classificação para as semifinais da Taça Rio o friburguense agora luta para ganhar a Taça João Ellys Filho e conquistar o bicampeonato do torneio. Neste domingo o Frizão joga com o Americano no Estádio Godofredo Cruz em Campos, às 17h01 e a delegação viaja neste Sábado após o jantar.
   No treino deste sábado a diretoria vai repetir a orientação que já aconteceu nesta Sexta, trabalhando a parte psicológica dos jogadores, sobre a importância da vitória, mostrando sobretudo que o jogo contra o Olaria foi atípico, num campo pesado, escorregadio, quando a arbitragem foi demasiadamente rigorosa na expulsão do volante Cássio.
    No lugar de Cássio o técnico Cleimar Rocha deve escalar Lucas, uma jovem revelação dos juniores e que já atuou no time principal em outras partidas.
     Já o time de juniores joga às 10h deste Sábado no estádio Caio Martins contra o Fluminense e a equipe viaja às 5h para Niterói.
         Depois que publiquei neste blog matéria mostrando o desperdício que é o Campeonato Carioca, com abertura de grandes estádios como o Maracanã para jogos sem expressão, gastos excessivos de energia, destacamento do quadro móvel sem necessidade e o altíssimo custo que gera uma partida de clubes pequenos contra grandes, fui chamado de maluco, exagerado, mentiroso e etc.  Vejam aagora na íntegra o que diz o UOL esportes nesta sexta-feira.
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Taça Rio não atrai torcedores

             Escrevi esta semana que o campeoanto Carioca não impressiona mais. Que é umabsurdo jogos de times pequenos contra grandes em grandes estádios como o Maracanã e,  principalmente à noite. Entendo que o gasto excessivo de energia, destacar o quadro móvel, manter o estádio iluminado com jogo sem expressão não éprudente. Não que os pequenos não mereçam, mas a crise é geral. Ou não é? Naquela oportunidade achei um absurdo o Maracanã aberto para pouco mais de 2  mil pagantes num estádio que tem capacidade para 92 mil. 
      Além disso,   um jogo entre Flamengo x Olaria numa segunda rodada da Taça Rio poderia ser realizado em estádio menor, como: Rua Bariri, Caio Martins, São Januário, entre outros.
      O Maracanã como o Morumbi, Mineirão, Beira Rio, Olímpico, e outros grandes devem ser abertos apenas para jogos decisivos, com grande público, lotação máxima, produzindo renda para os dois disputantes e etc. 
      Assim que a matéria foi publica, fui violentamente criticado por algumas pessoas apaixonadas e dexinformadas. Hoje fiquei surpreso com a matéria do Uol Esportes que estou publicando abaixo na íntegra, mostrando a mesma coisa. Ou seja, será que o Uol também está errado?  Veja o texto: 

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"  No que diz respeito ao público, o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro decepciona mais a cada dia. O fenômeno do esvaziamento dos estádios vem ganhando força e em duas rodadas da Taça Rio a soma de público dos jogos envolvendo os grandes clubes resulta na pouco significativa marca de 15.784 pagantes. Fluminense e Botafogo são os ‘líderes’ no segundo turno e, mesmo assim, porque contaram com uma jornada dupla nesta quinta-feira. “ccho que é falta de grana. Não é todo mundo que tem sempre um dinheirinho para ir a jogo três vezes por semana. O preço também está um pouco acima do ideal. Mas esperamos que isso possa melhorar nos próximos jogos”, destacou o lateral-direito do Flamengo, Leonardo Moura.
        O goleiro do Vasco, Fernando Prass, tem opinião semelhante. “O preço às vezes fica meio salgado para os torcedores, já que são geralmente dois jogos por semana. Então isso atrapalha”, frisou.
       O maior público de um jogo foi apontado na vitória por 5 a 1 do Fluminense sobre o Friburguense, domingo, no Maracanã: 2.895 pessoas pagaram para assistir à esta partida. O segundo confronto com maior presença foi anotado no triunfo do Botafogo por 3 a 1 sobre o Americano, em Campos. Os bilhetes vendidos chegaram a 2.796.
       Na segunda jornada, a equipe das Laranjeiras, que venceu o tigres (3 a 0) e o Botafogo, que bateu o Duque de Caxias (2 a 1), protagonizaram uma rodada dupla no Engenhão. Apesar da presença de dois grandes clubes, porém, o estádio contou com somente 2.248 pagantes.
       Nem mesmo o Flamengo, tradicionalmente ‘dono’ dos maiores públicos, sobretudo em âmbito regional, vem fugindo à regra. Na goleada por 4 a 1 sobre o Macaé, no Raulino de Oliveira, 1.489 torcedores marcaram presença com ingresso em mãos.
                             OS GRANDES NA TAÇA RIO
Macaé 1 x 4 Fla: 1.489 pagantes
Flu 5 x 1 Friburguense: 2.895 pagantes
Vasco 2 x 1 V. Redonda: 986 pagantes
Americano 1 x 3 Bota: 2.796 pagantes
Fla 2 x 0 Madureira: 2.190 pagantes
Bangu 0 x 2 Vasco: 932 pagantes
Tigres 0 x 3 Flu: 2.248 pagantes
Botafogo 2 x 1 D. de Caxias: 2.248 pagantes
           Quarta-feira, quando a equipe rubro-negra derrotou o Madureira por 2 a 0, no Maracanã, a presença foi maior, mas nada animadora. A empresa responsável pela comercialização dos bilhetes registrou a venda de 2.190 entradas.
      De todos, porém, quem tem se superado negativamente é o Vasco. O êxtase da Taça Guanabara deu lugar a um marasmo sem igual entre os torcedores. Hoje, a equipe cruzmaltina sofre com os públicos mais pífios.
     Na estreia da Taça Rio, 986 espectadores pagaram pelo acesso a São Januário. Após a sofrida vitória por 2 a 1 sobre o Volta Redonda, boa parte deles ainda presenteou o elenco e o técnico Vagner Mancini com vaias.
      Na última quarta-feira, o público novamente ficou abaixo dos mil pagantes. Apenas 932 bilhetes foram vendidos para a vitória do Vasco por 2 a 0 sobre o Bangu. Ao fim da partida, as vaias voltaram a ganhar destaque.
                   AS SOMAS DE CADA CLUBE
Flu: 5.143 (teve rodada dupla)
Bota: 5.044 (teve rodada dupla)
Flamengo: 3.679 pagantes
Vasco: 1.918 pagantes
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Façam seu julgamento.
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