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sexta-feira, 12 de março de 2010

12 DE MARÇO DE 2010

Santo do dia: Beato Luiz Orione
Dia do Bibliotercario
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Liturgia: São Marcos, 12, 28b – 34
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Para refletir: Quer Ter amigos, procure os bons livros
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Futebol mostra mais uma vez que atrai
praticantes de todos os cantos do planeta
                  Leonardo Lima



               Atletas coreanos do Friburguense mostram que ser um jogador profissional não é um sonho exclusivo dos brasileiros.
     Ao acompanhar o treinamento das divisões de base do Friburguense, rapidamente chama a atenção a presença de alguns garotos de olhos puxados, cabelos lisos e sotaque diferenciado entre os demais jogadores. Há pouco mais de um ano, o clube participa de um intercâmbio onde coreanos vêm ao país pentacampeão mundial de futebol para aprimorar a prática do esporte. Segundo o diretor de futebol, José Eduardo Siqueira, o projeto além de beneficiar estes jogadores pode trazer frutos também para o Frizã, “ Para eles é interessante no que diz respeito ao desenvolvimento da questão cultural, além do aprendizado adquirido na prática esportiva. A princípio, a idéia é que cada um fique aqui um ano. Para o Friburguense isto representa uma possibilidade de ampliar e desenvolver as categorias de base.” – afirma
           Além do Tricolor da Serra, outros times no Brasil como o Cruzeiro, o Goiás, e o Fluminense também realizam este tipo de intercâmbio De acordo com Siqueira, para firmar a parceria o clube tem de se comprometer a fornecer aos jovens alimentação, moradia, estudo e a participação em pelo menos dois amistosos por mês, “ eles moram em um condomínio perto do estádio, junto com o Marcos, que é o responsável por eles, além do Afonso, jogador dos juniores. Desde o ano passado eles estudam no Colégio Canadá, em Olaria. A estrutura já está montada. Temos condições e interesse de trazer mais coreanos. Em março outros devem vir.” – revela
            Atualmente o clube conta com seis deles, sendo um na categoria infantil, quatro na juvenil e um na junior. Marcos, o representante dos garotos que vieram de diferentes cidades, afirma que todos eles foram indicados por treinadores das escolas de base, muito populares na Coréia do Sul. A partir daí, os pais foram procurados e o projeto foi apresentado. Com a autorização deles, aliado a vontade do atleta, houve o contato com clubes do Brasil para se firmar o intercâmbio.
            ADAPTAÇÃO - Por se tratar de países com tradições muitos diferentes, incluindo em relação aos nomes próprios, os treinadores e jogadores do Frizão encontraram uma forma para identificar cada um deles. Jeong Hoon Park, Geon Tae Park, Jeong Woon Choi, Song Nak Hyung, Kwon Dae Hong, e Jeong Jong Soo receberam, respectivamente, os apelidos de Caio, Jean, Kaká, Daniel, Ruan e João. O próprio Marcos, na verdade se chama Dae Chan Moon. Caio, um dos únicos que tem algum conhecimento de português, explica a principal diferença que percebeu em relação ao futebol praticado em seu país:
“A velocidade. Na Coréia o jogador corre muito mais. Aqui se busca mais o passe. Até mesmo nos treinamentos se utiliza mais a bola.” – diz
       Dono de poucas palavras, provavelmente pela dificuldade da língua, o volante da categoria juvenil afirma que o futebol embora seja bastante praticado em seu país, ainda perde para o Taekwondo, o mais popular dos esportes na Coréia do Sul. Em relação à culinária, um dos alimentos mais consumidos no Brasil foi o que mais lhe chamou a atenção: o feijão, que ele garante ter gostado. Já na escola, afirma que todos se esforçaram e foram aprovados no último ano letivo.
rguntado se possui um ídolo no futebol, o qual procura se espelhar, ironicamente não cita um atleta brasileiro. O preferido é o meia espanhol Xavi, do Barcelona. No entanto, ao ser questionado sobre o clube que escolheu para torcer no país não pensa duas vezes. “Flamengo!” – entusiasma-se para depois completar: “Mas nem todos eles são flamenguistas. Tem torcedor do Vasco, do Cruzeiro e do São Paulo também.” – confessa
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Humberto Damasceno é
candidato na Imperatriz



   O conselheiro fundador da escola de samba Imperatriz de Olaria, lançou esta semana sua candidatura à presidência da Imperatriz de Olaria. Ele que ao lado de José Lourenço Valle, Heloisa Brandão, Fernando Correa Moreira, Ido Rodrigues da Silva, Davi Urias entre outros foram responsáveis pela fundação da escola vermelho e branco de Olaria, planeja desenvolver a arte, cultura e profissionalismo com harmonia dentro da escola, ao mesmo tempo, que abrindo as portas da escola para a comunidade de Olaria.
        Segundo Humberto, ele já tem apoio de várias de escolas, confecções, industrias, alguns segmentos do comércio, para desenvolver seu projeto e por isso, espera que os conselheiros o elejam na eleição do início de abril deste ano.
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