Dia do meteorologista - São Marino de Cesareia
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LITURGIA: Jeremias 18, 18 - 20
Salmo: 30
Mateus, 20, 17 - 28
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D. HÉLDER, PROFECIA EM PROSA E FÉ EM POESIA
Uma luz estonteante invade a Terra medíocre. Um corpo franzino e pequeno. Uma presença gigantesca, desconcertante com sua simplicidade. Uma inteligência rara que cobria de discernimento e clareza os mais diversos temas e questões, os plurais ambientes e nações. Uma alma macroecumênica que na misericórdia e fraternidade integrava a todos, até os não crentes, na ética da reconstrução do homem, da natureza e do mundo. Uma beleza cristalina e autêntica da pobreza evangélica, abraçada com radicalidade alegre e suave sorriso. A serenidade e sabedoria no embate, nas milhares de lutas pela dignidade, libertação e promoção dos irmãos mais injustiçados.
De mãos dadas com seus santos admirados, São Francisco e São Vicente, um terceiro santo se doava como Cristo, servindo à mesa dos mais simples, dando pão a quem tem fome, dando água a quem tem sede, arrecadando fundos para atender as multidões de Lázaros em diversos cantos do país. A Cruzada São Sebastião, a Feira e o Banco da Providência, a “Operação Esperança”, o ITER – Instituto de Teologia, a Comissão Justiça e Paz, as Comunidades Eclesiais de Base e a Pastoral da Terra, os projetos internacionais pelo desenvolvimento integral humano e contra a fome e a miséria. No Rio, em Recife ou pelo mundo todo, o Profeta clamava por paz, fruto da justa distribuição da terra, dos bens da natureza e da renda. Os olhos bem abertos e iluminados contemplavam com amor a paixão dos pobres crucificados. O cirineu estendia as mãos e o coração inteiro para lavar-lhes os pés e a alma e se dava como hóstia de transformação, tirando do madeiro a vida de tantos, fazendo a reforma agrária da caridade com seus próprios recursos e de amigos, com campanhas e mobilizações, assentando e salvando incontáveis famílias.
Profeta e Poeta, cantava um mundo bem diferente das lamentações e incompetências vigentes, do egoísmo e cinismo reinantes, da maquiavélica manipulação e exploração dos mais ricos. Sonhava uma sociedade de irmãos abraçados no mesmo ideal de igualdade e dignidade, de paz e de justiça para todos. Uma mesa farta para cada criança e ancião, para cada trabalhador e sua família. Uma morada boa para cada cidadão e filho de Deus. Um emprego valorizado com salário justo e promotor. Um novo milênio sem exclusões! Sem a exclusão da educação e da cultura, da comunicação e do lazer, do transporte e da alimentação de qualidade, da habitação e da terra, dos direitos humanos, civis e socioeconômicos. Por anunciar tudo isto, com a sua eloquência e lógica incontestáveis, foi, como muitos, chamado de subversivo, comunista, bispo vermelho, dentre outros rótulos equivocados, fabricados pela má fé e injustiça institucionalizada da ditadura. Sua imagem e sua voz, sua palavra e lucidez foram proibidas de serem veiculadas e divulgadas pela Imprensa no Brasil pelo regime militar. Mas o seu clamor não foi calado. A força de sua vida e doação, seus gestos e obras ecoaram em todo território nacional através de milhares de admiradores e seguidores do seu belíssimo ideal. Sua sabedoria e cultura encantaram e arrebataram auditórios lotados, ginásios, universidades e congressos no mundo inteiro, propagando os valores da paz, através do equilíbrio econômico e da justiça, no respeito e partilha dos países mais ricos para com os mais pobres, denunciando graves situações de exploração, de desigualdade, miséria e corrupção no Brasil, não diferentes em toda a América Latina.
Perseguido e caluniado, expôs a sua própria vida por amor à causa maior do Reino de Deus. Não se poupou. Não se escondeu. Vestia a mesma batina simples sem insígnias. Somente a cruz de madeira, seguindo à risca o “Pacto das catacumbas” que fez com vários bispos de diversos países em Roma, por ocasião do Concilio Vaticano II: de vivenciar a Igreja pobre e despojada de Jesus Cristo, sem ostentações, sem busca de poder, sem apego a dinheiro. Apenas livre para servir e amar os irmãos mais necessitados. Não quis nem palacete, nem casa episcopal. Optou por morar nas dependências modestas da sacristia da Igreja da Fronteira, em Recife. Não marcava audiências, não burocratizava a comunicação e o contato com as pessoas. Convivia com o povo nas ruas, tomando ônibus, conversando com todos e visitando os doentes, presos, mais pobres. Era fácil de ser visto e encontrado, mesmo por seus perseguidores.
Uniu e fortaleceu a Igreja, propiciando a fundação da CNBB, em 1952, a Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil que põe em prática até hoje todos os seus ideais. E também a fundação do CELAM, em 1955, Conselho Episcopal Latino Americano que estende estes esforços por toda a América Latina e Caribe, em busca de uma sociedade justa e fraterna sonhada por sua determinada luta. Era chamado por todos simplesmente de “O DOM”. Dom de Deus para a humanidade. Dom de Deus para os sem voz. Dom de Cristo a sua Igreja. Dom de si mesmo para elevar e enriquecer a tantos. Luz misericordiosa dos céus que fez o mundo ficar diferente. Chama inapagável de exemplo de Amor, solidariedade, justiça e paz!
Descansa agora, D. Hélder, na única glória que te fascinou – a de Deus. Nós aqui continuaremos tua obra, não com a tua poderosa santidade e carisma. Mas, com certeza, com a tua eficiente e solidária intercessão. E com a invencível graça do Cristo a quem amaste até a morte em cada pequenino irmão. (Pe. Luiz Cláudio Azevedo de Mendonça, Coordenador Vicarial de Pastoral e Fundador-Presidente do Centro de Formação e Promoção Humana D. Hélder Câmara, inaugurado no último dia 27/02, na Barra de Macaé, juntamente com o Diretor Cléber Nascimento e o Coordenador de Projetos Marcel Silvano)
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Brigas de torcida voltam a
preocupar autoridades
Quem não se lembra da final da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 1995 entre São Paulo e Palmeiras em que o Estádio do Pacaembu foi transformado num campo de batalha? Ainda está na memória de muitas famílias, que até hoje não foram indenizadas, a final do Campeonato Brasileiro de 1992 quando após uma briga de torcida de Flamengo e Botafogo, parte da arquibancada do Maracanã cedeu. Alguém já esqueceu do palco de guerra dojogo entre Guarani x Ponte Preta pelo Campeonato Paulista de 2001. Outro escândalo foi Palmeiras e Corinthians de 2002 quando o Morumbi presenciou a tragédia com mais de 70 feridos. Cruzeiro e Atlético Mineiro na final do campeonato mineiro de 2004.
Todas estas tragédias até hoje não foram solucionadas pelas autoridades competentes que na maioria das vezes fazem pressão no início e depois., como tudo no Brasil, cai no esquecimento.
´Mas, a verdade é que mês passado mais brigas de torcidas aconteceram antes ou depois de classicos regionais como Flamengo e Botafogo, Palmeiras e São Paulo, Cruzeiro e Atlético, Atlético e Coritiba, deixando como saldo muito feridos, mortes, depredações, e somente lembranças ruins. Culpa da legislação brasileira que permite estes atos de vandalismo.
O futebol brasileiro, o melhor do mundo, deveria seguir exemplo da Inglaterra quando por autorização da 1° Ministra Margareth Tacher na década de 80 impediu que o futebol inglês ficasse cinco anos fora de qualquer competição internaconal depois de uma ação dos hollingans, aós umjogo da seleção da Inglaterra; na Alemanha o governo agiu da mesma forma depois de uma barbaridade no Campeonato Alemão.
Enquanto isso, as torcidas organizadas brasileiras, continuam infestadas de marginais, sem identificação, sem compromisso com a familia e vão para os estádios para provocar morte e destruição. Ou as autoridades criam o cadastro nacional de torcidas organizadas com punição severa ou muito breve teremos mais tragédias, principalmente no eixo Rio - São Paulo
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Liga já tem duas chapas
Duas chapas já estão se articulando na Liga das Escolas de Samba para concorrer à eleição do próximo presidente. Um aliderada por Luiz Carlos Teixeira da Unidos da Saudade e outra pela Vilege e Imperatriz e Olaria juntas com o nome de Luiz Zulmar da Rocha.
A eleição é em abril e até lá já teremos uma definição sobre o nome de quem vai organizar oc arnavalde 2011.
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Mensagem do dia
São as estações da vida e suas mudanças constantes que nos levam a fazer a experiêcia de cada tempo, este é o tempo da reconciliação.
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Todas estas tragédias até hoje não foram solucionadas pelas autoridades competentes que na maioria das vezes fazem pressão no início e depois., como tudo no Brasil, cai no esquecimento.
´Mas, a verdade é que mês passado mais brigas de torcidas aconteceram antes ou depois de classicos regionais como Flamengo e Botafogo, Palmeiras e São Paulo, Cruzeiro e Atlético, Atlético e Coritiba, deixando como saldo muito feridos, mortes, depredações, e somente lembranças ruins. Culpa da legislação brasileira que permite estes atos de vandalismo.
O futebol brasileiro, o melhor do mundo, deveria seguir exemplo da Inglaterra quando por autorização da 1° Ministra Margareth Tacher na década de 80 impediu que o futebol inglês ficasse cinco anos fora de qualquer competição internaconal depois de uma ação dos hollingans, aós umjogo da seleção da Inglaterra; na Alemanha o governo agiu da mesma forma depois de uma barbaridade no Campeonato Alemão.
Enquanto isso, as torcidas organizadas brasileiras, continuam infestadas de marginais, sem identificação, sem compromisso com a familia e vão para os estádios para provocar morte e destruição. Ou as autoridades criam o cadastro nacional de torcidas organizadas com punição severa ou muito breve teremos mais tragédias, principalmente no eixo Rio - São Paulo
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Liga já tem duas chapas
Duas chapas já estão se articulando na Liga das Escolas de Samba para concorrer à eleição do próximo presidente. Um aliderada por Luiz Carlos Teixeira da Unidos da Saudade e outra pela Vilege e Imperatriz e Olaria juntas com o nome de Luiz Zulmar da Rocha.
A eleição é em abril e até lá já teremos uma definição sobre o nome de quem vai organizar oc arnavalde 2011.
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Mensagem do dia
São as estações da vida e suas mudanças constantes que nos levam a fazer a experiêcia de cada tempo, este é o tempo da reconciliação.
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