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quarta-feira, 10 de março de 2010

11 DE MARÇO DE 2010

Santo do dia: São Firmino e São Eufógio
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Liturgia: Jeremias. 7 , 23 – 28
                 ;Salmo: 94
                São Lucas: 11, 14 – 23
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Para refletir:

Só Deus pode dar a paz, mas você pode semea-la ao seu redor
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Sucessão apostólica
         (Padre Roberto José Pinto)

       Neste sábado, 13, Dom Edney Gouvêa Mattoso assume a Diocese de Nova Friburgo, em substituição a Dom Rafael Llano Cifuentes, que esteve a frente nos últimos seis e apresentou sua renúncia ao Santo Padre Bento XVI, por limite de idade, conforme estabelece o Código de Direito Canônico.
       De acordo com Santo Inácio de Antioquia, “onde se encontra o Bispo, aí está a Igreja. Da mesma forma, onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica.” Por isso, dentro do espírito do ano sacerdotal e no dia que celebra-se os 31 anos de falecimento do monsenhor Caetano Antonio Mielli que juntamente com o monsenhor Teixeira e demais lideranças foram os pioneiros na criação e instalação da Diocese de Nova Friburgo, ganha-se agora um novo bispo.
        Vale lembrar ainda que no próximo dia 26 de março a Diocese completa 50 anos de criação pelo Papa João XXIII. Foi através de sua bula, “Quandoquidem Verbis” que o pontífice desmembrou a atual Diocese de Nova Friburgo da Arquidiocese de Niterói e das Dioceses de Campos e Valença, sendo o núncio apostólico (representante do papa), na época, Dom Armando Lombardi.
         O primeiro bispo da Diocese friburguense foi Dom Clemente José Carlos Isnard, (1960-1994); o segundo Dom Alano Maria Pena (1994-2003) e o terceiro Dom Rafael Llano Cifuentes (2004-2010). A Diocese de Nova Friburgo limita-se com a Arquidiocese de Niterói e as Dioceses de Campos, Valença, Petropólis e Leopoldina (MG) e integra, além de Nova Friburgo, Bom Jardim, Cachoeiras de Macacu, Cantagalo, Carapebus, Carmo, Casimiro de Abreu, Conceição de Macabu, Cordeiro, Duas Barras, Itaocara, Macaé, Macuco, Quissamã, Rio das Ostras, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Sumidouro e Trajano de Moraes, com área de 9.815 km² e população de 705.439 habitantes, segundo o último censo do IBGE.
         A nomeação é o início da missão do novo bispo proporcionam reflexões sobre a fé católica. Recorda-nos o Colégio Apostólico, ao qual, tendo Pedro como cabeça, confiou Cristo sua Igreja. Os tempos passam, mudam as pessoas, mas a missão é permanente. O pastor é outro; contudo, permanece o rebanho a ser orientado e defendido, conforme os mandamentos do Senhor. Os homens são substituídos, por alcançarem determinada idade ou outras razões, como a morte e enfermidades. Perdura, no entanto, o que é simbolizado pela cátedra e pelo báculo que orientam a Igreja.
       Elementos ricos e essenciais para um novo pastor assumir o rebanho de Cristo são explicados pelo papa Bento XVI na audiência geral de 10 de maio de 2006: “A sucessão na função episcopal apresenta-se como continuidade do ministério apostólico, garantia da perseverança na tradição, palavra e vida, que o Senhor nos confiou. O vínculo entre o colégio dos Bispos e a comunidade originária dos Apóstolos deve ser compreendido antes de tudo na linha de continuidade histórica”, finaliza o papa.
        O Concílio Vaticano II, no decreto para os bispos, traça a grande linha para a beleza do ofício e para imenso desafio que o episcopado significa para a vida do pastor: os bispos não são de um partido, nem de uma tendência particular ou de um grupo de interesses secundários na Igreja, mas ao seu múnus apostólico.
        O projeto divino que Jesus colocou na função dos apostólos e dos bispos é tão grande que a santa oração de toda a comunidade diocesana, a sincera amizade do clero e a admirável generosidade das pessoas consagradas são ajuda fundamental para o bispo. Bem afirmava recentemente o arcebispo emérito do Rio, cardeal Dom Eugênio Sales: “Diante da divina grandeza desta tarefa, é evidente que nenhum bispo não deve e nem pode pregar a si mesmo, mas sim a santa verdade revelada. Por isso, compreende-se a importância de profunda comunhão na Igreja. Não é pela maioria dos votos, nem por algum privilégio pessoal, que o pastor deve dirigir a Igreja, mas na obediência da fé e na comunhão com todos os bispos que, portadores deste ministério, agem “no Espírito Santo, que lhes foi dado. Pela consagração sacramental o Bispo pertence a este Colégio Episcopal, devendo agir sob a autoridade do sumo Pontífice”.
      Em toda transição, há sempre algo de traumático. Por isso, faz-se necessário insistentes preces pelo novo pastor, que também sofre por deixar a sua Cidade Maravilhosa, onde sempre viveu e trabalhou. Dentro do espírito da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, procuremos ser uma Igreja discípula e missionária de Jesus. Rezemos, pois, pedindo que a luz da fé nos faça acolher com alegria a vontade de Deus, manifestada na decisão do Santo Padre e expressa no lema do novo pastor FIAT VOLUNTAS TUA, que manifesta os desejos de realizar plenamente a vontade de Deus, no seu apostolado. Louvemos ao Senhor. (Padre Roberto José Pinto é Administrador Paroquial da Paróquia São José, em São José do Ribeirão, Bom Jardim).
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Secretários de esportes se
reuniram em Friburgo

        No Dia Internacional da Mulher, 8 de março aconteceu no Salão Azul da Prefeitura de Nova Friburgo a 1ª Conferência Regionbal de Secretários de Esportes que reuniu titulares de várias cidades para debater os destinos do esporte da região,.
      Presidido pelo Secretário Frank James Fernandes o evento contou com: Diogo Rodrigues Latini (Macuco), Gláucio Martins Queiroz (São Sebastião do Alto), Manoel Eurico Miranda da Silva (Cantagalo), Felipe de Souza Tionoco (Bom Jardim), Leandro Aschar (Teresópolis), Mauro Victor Grill (Petrópolis), Fábio saraiva (Santa Maria Madalena), Janaina Gomes da Silva (Cordeiro).
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Estudo revela que cigarro alheio
mata sete pessoas por dia no país
                 Analder Lopes

     O  cigarro não é prejudicial apenas à saúde de quem fuma. Pelo menos sete brasileiros não-fumantes morrem por dia nas cidades do País, vítimas de doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco. Segundo estudo realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 2.655 não-fumantes, no mínimo, morrem no Brasil todos os anos por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. Mulheres morrem mais (60,3%). A faixa etária que mais registra óbitos é acima de 65 anos.
     Como a pesquisa se limitou a ambientes domésticos urbanos, a extensão pode ser bem maior. O número calculado de vítimas fatais, segundo os pesquisadores, é o mínimo. Se o estudo tivesse incluído a população rural e os ambientes de trabalho, por exemplo, o número de mortes seria certamente mais expressivo podendo chegar a mais de 10 mortos por dia. Além disso, de acordo com o Inca, foram pesquisadas apenas as três principais doenças relacionadas ao tabagismo passivo: câncer de pulmão, doenças isquêmicas do coração (como infarto) e acidentes vasculares cerebrais. Não foram analisadas, por exemplo, outras possíveis causas de óbito, como a síndrome da morte súbita na infância, doença respiratória crônica e patologias ligadas ao período neonatal. Definiu-se como fumante passivo aquele que nunca fumou e que mora com pelo menos um fumante. Não fizeram parte da população avaliada fumantes e ex-fumantes. A faixa etária estabelecida foi de 35 anos ou mais.
     “Os agravos que estudamos dependem da exposição cumulativa do indivíduo à fumaça do tabaco”, explica Valeska Figueiredo, pesquisadora do Inca que coordenou o estudo com Antonio José Leal Costa, da UFRJ. “A lei hoje existente ainda admite a possibilidade de ambientes específicos para fumantes. Com este estudo, fica comprovado que ambientes específicos para fumantes não tem resultado”, concluiu o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini.
          PROIBIÇÃO - A Lei Federal 9294/96 proíbe o fumo em recintos coletivos, mas ainda permite áreas reservadas exclusivamente para fumar. Embora tenha sido um avanço, esta legislação não protege de forma adequada contra os riscos do tabagismo passivo. Por isso, um projeto de lei de São Paulo proibiu o fumo em todos os ambientes coletivos, incluindo estabelecimentos como bares, restaurantes e casas noturnas. Os donos dos estabelecimentos em que o fumante for flagrado é que serão penalizados. As multas devem variar de pouco mais de R$ 100 até R$ 3 milhões. Prevê ainda a eliminação dos chamados fumódromos nas empresas.
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