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sábado, 20 de novembro de 2010

Projeto Talento Cidadão apresenta
Calouros Universitário – O show
                   Liliane Souzela
         Karaoke, show com a Banda Croma e apresentação do humorista de stand up comedy Vinicius Stael. Estas são as atrações do evento “Calouros Universitários – o Show”, que vai acontecer no dia 25 de novembro, quinta-feira, a partir das 21 horas, na Chopperia Mais 1, no Centro de Nova Friburgo. A festa é uma iniciativa dos alunos do curso de Comunicação Social da Universidade Candido Mendes de Friburgo, através do Projeto Talento Cidadão. Toda a renda obtida com a venda de ingressos será doada à Creche Colméia do Senhor.
          A abertura do “Calouros Universitários – o Show” será às 21 horas, com a Banda Croma, cujo guitarrista é o aluno de Publicidade da UCAM Bernardo Pinaud. Em seguida, os também estudantes de Publicidade da UCAM Anderson Curty e Vinicius Stael sobem ao palco para comandar o karaokê, que vai acontecer durante toda a noite. Nos intervalos, Stael, que é humorista de stand comedy, fará shows relâmpago.  Toda a produção, organização e divulgação do “Calouros Universitários – O Show” leva a assinatura de alunos de Comunicação Social da UCAM Friburgo. Estudante do quarto período de Jornalismo, e já atuando na área de Publicidade, Vitor Martins assina todo o material gráfico – logomarca do evento, cartazes, banners, filipetas e anúncios; o aluno Lucas Pinheiro, também do quarto período de Jornalismo, ficou responsável pela produção e gravação do spot de rádio e comercial do show para emissoras de televisão.  Os dois repetem a dobradinha de sucesso realizada ano passado, no primeiro evento do Talento Cidadão – o show beneficente “Showriso APAExonante”, realizado no Teatro Municipal de Nova Friburgo. Os ingressos custam R$ 10,00 e podem ser adquiridos antecipadamente nas lojas Opera Z e Zook (Rua Ariosto Bento de Mello 50 loja 3) e Resumo da Opera (Cadima Shopping, 1º piso loja 157). Toda a renda será revertida para a Creche Colméia do Senhor. O ingresso não inclui a consumação na Chopperia Mais 1. A censura é de 18 anos; menores entre 14 e 18 anos poderão entrar, desde que acompanhados pelos pais.
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Pra cima Frizão!
                 Apesar da evolução do vôlei e outras modalidades de esporte de quadra, ninguém tem dúvida que o futebol é a maior paixão do povo brasileiro. Qualquer garoto que gosta de futebol de campo, sonha em um dia vestir a camisa de seu clube predileto. Trazendo esse detalhe para Nova Friburgo, o alvo de todo garoto da cidade é o time do Friburguense. Todos aqueles inscritos nas inúmeras escolinhas espalhadas pela cidade, sonham em ser jogador profissional do Friburguense.
        Durante a Assembléia Geral do Conselho Municipal de Esportes este colunista abordou o assunto, justamente porque neste momento o tricolor se prepara para disputar a segunda divisão de 2011.
          Na oportunidade mostramos todos os motivos, ao nosso entender, que levaram o Friburguense a divisão inferior do futebol carioca. Entendemos que a política do clube está errada, porque há jogadores que não tem condições de vestir a camisa tricolor em virtude da condição física e técnica, e outros não tem compromisso com a cidade. Por isso, sugerimos à diretoria uma mudança de estratégia com jogadores da cidade e região mesclados com os de fora. Essa prática até já existe dentro do Estádio Eduardo Guinle, mas em dimensão menor.
         Não se pode esquecer também do apoio que o clube recebe, é muito pouco, pois como representante não só da cidade, mas da região serrana toda, o Frizão deveria ter preferência na pauta de marketing do empresariado local.
          Não queremos apontar culpados e sair caçando as bruxas, mas todos tem sua parcela de culpa, jogadores, comissão técnica, diretoria, associados , e, principalmente autoridades e o empresariado local, que se cala. Mas é preciso também um grande plano de marketing, dentro e fora de Nova Friburgo, pois não é admissível que um dirigente vá para a reunião do Conselho Municipal de Esportes e diga: “O Friburguense não tem obrigação de contratar jogadores da cidade, porque são todos boêmios”. Se isso acontece realmente é porque os jovens de hoje não tem perspectiva de vida melhor no futebol da cidade.
         A diretoria precisa abrir novamente as portas do Eduardão, organizar um plano de trabalho de tal forma que os jogadores da cidade possam ter chance, esquecer as criticas que a imprensa faz e partir para o trabalho prático, porque críticas sempre haverá, mas construtivas, até porque essa mesma imprensa que hoje critica é a mesma que durante 12 anos, apoiou, incentivou, projetou o clube, ou alguém tem dúvida?
        Quando a imprensa carioca apoiou o time? Alguém se lembra do que os jornais do Rio de Janeiro fizeram com o Fri nos últimos anos? “ Síndrome do Eduardo Guinle” “ Flamengo vai ao pasto de Friburgo”, “Fogão e Frizão jogam hoje no modesto campo do Friburguense”, “ parada dura hoje na Serra”, “ Vasco tem decisão contra o indisciplinado Friburguense”. “Romário volta hoje ao campo que o tirou da Copa”, entre outras.
            Não há no interior do Estado um estádio com tanta estrutura como o Eduardo Guinle, e num passado muito recente, os grandes clubes cariocas, sempre fizeram suas pré-temporadas aqui. A queda do Frizão foi ruim para o clube, mas péssima para a cidade, já que algumas empresas do município se projetam através do clube. Se a torcida de algumas pessoas, para que o time caísse deu certo, estas mesmas pessoas vão se ressentir no futuro.
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Crise pode afastar São Cristóvão do futebol profissional

Sem investidores campeão estadual de 1926 pode ficar fora da segundona
                      Claudio Burger e Stéfano Salles
          Campeão Carioca de 1926. O título que mais orgulha os torcedores do São Cristóvão foi conquistado há mais de oitenta anos. Neste período o clube perdeu boa parte do glamour que já teve e, assim como o Bairro Imperial que lhe empresta o nome, entrou em um ostracismo que parece não ter mais fim. O maior orgulho recente está estampado nos muros da Rua Figueira de Melo: “Aqui nasceu o Fenômeno”. Mas, sem formar novos craques e distante das fortunas que envolvem os negócios de Ronaldo, o clube segue esquecido na poeira do tempo e na fumaça cinza dos veículos que trafegam pela Linha Vermelha, a via expressa que passa quase por cima do temido alçapão de outrora.
           Sem qualquer previsão de verba especialmente destinada ao futebol, nem mesmo da Rede Record, que pretende transmitir jogos do campeonato, o futebol agoniza no clube e sofre boicote de muitos integrantes do quadro social, majoritariamente formado por frequentadores da sede náutica. Desta forma, o clube se vê obrigado a buscar novos investidores a cada ano para, assim, manter viva a chama do esporte. E, para 2011, o cenário é desolador. O próprio presidente do clube, o oficial de justiça Alfredo Maciel, reconhece que não há dinheiro em caixa e que, por isto, talvez seja necessário pedir licença para a próxima temporada.
                “Estamos passando por muitas dificuldades. Não temos verba e o Campeonato Estadual da Série B é muito deficitário. Até o próximo arbitral, que acontece dia 29, teremos duas semanas para tentar resolver isto tudo. Vamos trabalhar e torcer para que tudo se acerte mas, hoje, o São Cristóvão não teria condições de jogar a Segundona”, admite.
          Enquanto isto, o time comandado pelo técnico Badu, apresentado nesta quarta-feira, segue trabalhando na Rua Figueira de Melo. Neste início de preparação, o treinador conta apenas com jogadores jovens, formados nas divisões de base do clube cadete, enquanto aguarda uma definição, na expectativa que o clube participe do campeonato e encontre recursos para qualificar o elenco.
          “Começamos essa semana e estamos longe do que queremos. Vamos utilizar os jogadores da casa para termos um time com identidade. É claro que traremos jogadores mais experientes, mas somente que estejam compromissados com o que o clube quer”, analisa Badu, otimista.
         Se o São Cristóvão há anos não é um forte candidato ao acesso, nas últimas temporadas o tradicional clube cadete deixou a condição de figurante e entrou no pelotão dos clubes que, a cada ano, sofrem para não se verem ameaçados pelo rebaixamento.  Desde a edição de 2007, quando foi apenas o 13° colocado, que o São Cristóvão sequer avança à segunda fase da competição. E, desde então, tem se aproximado cada vez mais das últimas posições.
         No ano seguinte, nem mesmo o bom início de competição foi suficiente para evitar a derrocada nas últimas rodadas, que fez com que os alvos perdessem a vaga na segunda fase para o Bréscia e terminassem a competição em 18° lugar entre 26 participantes.  Na temporada 2009, os Cadetes puderam reviver os clássicos com o América, que cumpria seu purgatório após o rebaixamento. Mas, com uma campanha irregular, o clube da leopoldina ficou em 13°, entre 20 participantes, e por pouco não foi obrigado a disputar o grupo X, a repescagem do rebaixamento.
          Em 2010, foi por pouco... O ano parecia promissor para o São Cristóvão. Com um novo grupo de investidores, o clube iniciou a Segundona com um treinador respeitado: Gérson Andreotti, e se permitiu alguns investimentos acima da média, como o atacante Roma, com passagens por diversos clubes das Séries B e C, mas logo começaram a aparecer os problemas.
         Com atrasos salariais desde o início da competição, a debandada começou cedo. Após as sete primeiras rodadas, com uma vitória, quatro empates e três derrotas, o treinador pediu desligamento e deixou o clube. Na sequência, o técnico do time juvenil, Marcelo Ribeiro, não conseguiu alterar o cenário e o clube foi obrigado a disputar o grupo X, a repescagem do rebaixamento.
             Recheado de pratas-da-casa e com o técnico Zilla Cardoso no comando, o clube alvo finalmente se encontrou e se livrou da queda com rodadas de antecedência, mas ficou com sequelas como dívida e desconfiança. A parceira com os novos investidores, que seria de dez anos, terminou no fim da temporada por desentendimentos. É paradoxal que o clube do padroeiro dos motoristas caminhe há tanto tempo sem direção.












































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