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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

DE NOVO A ENERGIZA
         Todo mundo reclama, mas ninguém tem coragem de tomar atitude. O Governo Municipal não se manifesta e enquanto isso, o povo friburguense continua sofrendo com essa concessionária de energia elétrica que não dá a mínima para a cidade, preferindo apenas e tão somente ganhar seu dinheiro, explorar o povo, tirar do nosso bolso e levar para Catagazes (MG) o já pobre salário que a população friburguense soa um mês para ganhar.
        A qualidade dos serviços desta empresa não é boa, atendimento péssimo e suas taxas as mais absurdas possíveis e imagináveis.
        Temos hoje a energia mais cara do Brasil. E esse privilégio já vem sendo destacado por toda população e parte da imprensa friburguense a muito tempo, mas numa cidade provinciana em que os coronéis continuam mandando, as soluções não acontecem.
        Fora isso num município com quase 200 mil habitantes (hoje são 192 mil) o centro da cidade tem apenas cinco ou seis casas comerciais que recebem as contas de luz dos consumidores. Um absurdo. Uma enorme falta de respeito com o povo que tem que enfrentar filas hiper extensas, perde horas e horas em filas, tem que procurar cuidadosamente, como se procura agulha no palheiro.
         Acho que já está na hora do Ministério Público agir com urgência energicamente, pois o maior prejudicado com essa barbaridade da ENERGIZA, é o povo friburguense já tão desprestigiado com uma cidade que perdeu totalmente sua identidade e alto estima.
           Nos informa o comerciário, Luiz Felipe, que próximo ao Cadima Shopping, mas ontem á tarde andou praticamente todo o centro da cidade, para tentar pagar sua conta de luz, porque os cinco únicos postos de recebimento de Nova Friburgo tinham filas quilométricas.
          Como diria Boriz Casoi “ ISSO É UMA VERGONHA
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A FALTA DE ÉTICA DA IMPRENSA ESPORTIVA
          Ao ler este texto, muita gente dirá que não temos ética, porque estamos criticando os próprios colegas, mas sou de uma época onde a verdade dos fatos suplantava toda e qualquer informação. Um período em que a imprensa, era unida, coesa, havia amor a camisa sim, mas havia também companheirismo e o desejo de chegar em primeiro lugar e dar a notícia verdadeira.
          Durante longos 8 anos que estivemos no Rio de Janeiro ao com passagens pelas rádios fluminense, Capital e Bandeirantes, os jornais Última Hora e Correio Luso Brasileiro e a Revista do Futebol da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, levamos como se diz na gíria “muito furo”, mas pudemos aprender, fazer grandes amigos, ver de perto como se trabalha com profissionalismo, pois nem sempre a faculdade é uma escola de formação, hoje em dia isso está cada vez mais nítido.
          Desde que ingressamos na imprensa esportiva friburguense, temos tentado realizar um trabalho de união, seriedade, ética, procurando incentivar os companheiros sobre a importância de estarmos sempre juntos.
          Mas isso, não interessa mais. Hoje o que vale é o tamanho do texto escrito ou o canal de rádio ou televisão eu vai mostrara a imagem do jornalista ou radialista. Não é mais necessário aprendizagem, diploma, tempo de casa, experiência.
          Nossa imprensa chegou a um ponto que a prática do “copia e cola”, é a principal ferramenta de jornalistas que começaram ontem e já se sentem os “ Pedro Bial, glória Maria, Willian Boner, Boris Cazoy” e muitos outros ícones do jornalismo nacional.
         Grande parte da nossa imprensa esportiva hoje, não tem compromisso com a verdade. Garotos que mal saíram da faculdade já se sentem no direito de menosprezar os mais antigos e experientes. Estagiários que só porque estão sentado nos bancos de uma faculdade, já podem impedir que seus textos sejam modificados.
         Há colegas que inseguros no desenrolar de seu trabalho, principalmente alguns coleguinhas de emissoras locais, se escondem, não passam informações, não aceitam sugestões, não se misturam e colocam diante de si uma redoma de vidro como se a prática jornalística fosse privilégio só deles.]

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