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quinta-feira, 1 de julho de 2010

TOQUE DE CRAQUE NACOPA DO MUNDO

EUROPEUS TEM VANTAGEM EM COPAS
1930: Sede: Uruguai
13 times disputaram
07 times da América do Sul
03 times da Europa
Campeão Uruguai
Vice: Argentina
1934: Sede: Itália
16 times disputaram
02 times da América do Sul
12 Times da Europa
Campeão:Itália
Vice: Tchecoslovaquia
1938:Sede: França
15 times disputaram
01 time da América do Sul
12 times da Europa
Campeão: Itália
Vice: Hungria
1950: Sede: Brasil
13 times disputaram
05 times da América do Sul
06 times da Europa
Campeão: Uruguai
Vice: Brasil
1954:Sede: Suíça
16 times disputaram
03 times da América do Sul
12 times da Europa
Campeão: Alemanha Ocidental
Vice: Hungria
1958: Sede: Suécia
16 times disputaram
03 times da América do Sul
12 times da Europa
Campeão: Brasil
Vice: Suécia
1962: Sede: Chile
16 times disputaram
05 times da América do Sul
10 times da Europa
Campeão: Brasil
Vice: Tchecoslováquia
1966: Sede: Inglaterra
16 times disputaram
04 times da América do Sul
10 times da Europa
Campeão: Inglaterra
Vice: Alemanha Ocidental
1970: Sede: México
16 times disputaram
03 times da América do Sul
10 times da Europa
Campeão: Brasil
Vice: Itália
1974: Sede; Alemanha Ocidental
16 times disputaram
04 times da América do Sul
09 times da Europa
Campeão: Alemanha
Vice: Holanda
1978:Sede: Argentina
24 times disputaram
03 times da América do Sul
10 times da Europa
Campeão: Argentina
Vice: Holanda
1982: Sede: Espanha
24 times disputaram
04 times da América do Sul
14 times da Europa
Campeão: Itália
Vice: Alemanha Ocidental
1986: Sede: México
24 times disputaram
04 times da América do Sul
14 times da Europa
Campeão: Argentina
Vice: Alemanha Ocidental
1990: Sede: Itália
24 times disputaram
04 times da América do Sul
14 times da Europa
Campeão: Alemanha Ocidental
Vice: Argentina
1994: Sede: Estados Unidos
24 times disputaram
04 times da América do Sul
13 times da Europa
Campeão: Brasil
Vice: Itália
1998: Sede: França
32 times disputaram
05 times da América do Sul
15 times da Europa
Campeão: França
Vice: Brasil
2002: Sede: Coréia do Sul e Japão
32 times disputaram
05 times da América co Sul
15 times da Europa
Campeão: Brasil
Vice: Alemanha
2006:Sede: Alemanha
32 times disputaram
04 times da América do Sul
14 times da Europa
Campeão:Itália
Vice: França
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Agentes Comunitários de Saúde: trabalho de prevenção, conscientização e carinho junto à comunidade
                        Leonardo Lima
           “Profissional responsável por realizar atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, por meio de ações educativas nos domicílios e coletividades, em conformidade com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), estendendo o acesso da população às ações e aos serviços de informação e promoção social e de proteção da cidadania.” Esta é a descrição das competências dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) segundo a Secretaria de Gestão do Trabalho. No entanto, na prática a profissão envolve muito mais que isso.
            “Muita gente não vai às consultas médicas como deveria. O paciente não pode apenas tomar o remédio que o médico receitou e achar que está curado. Ele deve retornar para ver se realmente já está tudo certo, e isso muitas vezes não ocorre. Nós fazemos então um trabalho de acompanhamento, monitoramento e, principalmente, conscientização da população” afirma a ACS Cleia de Fátima Araújo Aguiar, que trabalha atualmente na Unidade de Saúde Olaria III, no chamado Amarelinho.
            Já sua companheira de profissão, Rita Ramalho, explica que através da atuação dos Agentes o Ministério da Saúde toma conhecimentos dos dados de cada município. De acordo com ela a cada visita realizada o profissional cria uma relação de carinho e amizade com a comunidade. “Somos o primeiro mediador entre eles e a unidade de saúde. Às vezes as pessoas não precisam apenas de um remédio e sim de atenção, de uma conversa. Temos que ter sensibilidade e uma visão geral do que está acontecendo nos lares que visitamos” diz.
              Segundo Rita uma série de fatores influencia no estado de saúde de um indivíduo. “Muitas vezes a pessoa está doente apenas psicologicamente e acaba procurando um tratamento inadequado. A nossa função é detectar a necessidade de cada um e encaminhá-los para o acompanhamento médico correto. Lidamos com todo tipo de gente, como adolescentes, crianças, idosos, e mulheres vítimas de violência doméstica ” explica a agente que trabalhou durante três anos no Centro de Referência da Mulher e diz que quis se tornar uma ACS por gostar de estar em contato direto com as pessoas. Ela coordena atualmente o Mutirão da Saúde, que visita diversos bairros do município oferecendo serviços gratuito aos moradores como orientação jurídica, oficinas, corte de cabelo, atendimento odontológico, palestras educativas e aferição de pressão arterial.
         Apesar de todos os esforços para que o serviço prestado junto à comunidade seja satisfatório, as Agentes reconhecem que o trabalho seria mais abrangente caso o posto contasse com a presença de outros profissionais. “Gostaríamos muito que as unidades tivessem uma Assistente Social para dar suporte à nossa atuação. E não digo nem diariamente, se fosse uma vez por semana já seria válido. Além disso se tivéssemos um nutricionista, um dentista e um psicólogo também seria extremamente importante” acredita Cleia. Outra luta da categoria é pela regulamentação do piso salarial nacional.
                     Comunidade satisfeita com a atuação dos ACS
      O  Alto de Olaria abraçou, até mesmo literalmente, as Agentes do Amarelinho. Em visita pelas ruas do bairro percebe-se rapidamente os inúmeros gestos de carinho dos moradores com as profissionais. “O atendimento é nota 10. Quem reclama delas é porque nasceu para reclamar” brinca o comerciante João Sérgio Schuenck. Já o aposentado Braulides Schumacker também elogia as ACS mas não esquece um problema do posto. “Elas trabalham muito bem, com muito carinho. Todas as vezes fui muito bem atendido, só falta colocarem um médico já que hoje está em falta” relembra.
               Outro que demonstra grande satisfação é o também aposentado Jair Schumacker que recentemente passou por uma série de operações e vem demonstrando excelente recuperação. “Elas são como uma mãe, um braço direito nosso. A presença delas é muito importante aqui na comunidade. Não importa o que for, se verem que estamos precisando de algo elas correm atrás” afirma Jair para emoção de Rita Ramalho. Ele ainda diz que a visita domiciliar deixou de ser mensal no seu caso. “De dois em dois dias ela vinha ver como eu estava. Até mesmo no Hospital ela foi me visitar quando eu estava internado” orgulha-se.
            Dedicação, respeito, carinho e responsabilidade. Estes são alguns dos inúmeros adjetivos que servem para descrever a atuação destes profissionais que a cada dia superam inúmeras adversidades e oferecem à comunidade um trabalho sério, consciente e, acima de tudo, com muito amor.
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