Casa dos Pobres: uma história rica em amor e solidariedade
Fundda em 28 de maio de 1933, a Casa dos Pobres São Vicente de Paulo carrega ao longo dos seus 77 anos de existência uma história de amor e ajuda aos necessitados. “A casa é mantida através do benefício que os idosos recebem, dos mantimentos doados pelo povo, dos convênios junto aos governos estadual, municipal e federal, e também pelos eventos e bazares que promovemos”, explica irmã Adriana, uma das dez que hoje estão à frente da instituição. Segundo ela, há uma série de dificuldades enfrentadas que são superadas graças à ação de benfeitores. “Somos muitos visados pelos órgãos fiscalizadores e temos que nos organizar para estarmos dentro de órgãos como o Estatuto do Idoso e a Vigilância Sanitária. Existe uma grande preocupação em melhorar a qualidade de vida das pessoas que estão aqui”, afirma. Atualmente a Casa dos Pobres abriga 138 internos, entre idosos e portadores de algum tipo de deficiência.
Para os interessados em ajudar a entidade, irmã Adriana explica que são aceitos todos os tipos de doações, desde roupas à mão de obra. Um exemplo disso é a carismática Dona Rita, que mesmo aos 83 anos sai todo dia da Vila Dom Bosco, no Cordoeira, para auxiliar no preparo dos legumes na cozinha da instituição.
A Casa dos Pobres São Vicente de Paula fica na Rua General Osório, 377, Centro. Ofertas em dinheiro podem ser depositas diretamente no Banco do Brasil (agência 0335-2 / conta 4516-0) e no Itaú (agência 0222 / conta 22263-0). Mais informações pelo telefone 2522-1338
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Desinfetar mãos com álcool gel foi
pouco eficiente contra nova gripe
Lavar as mãos com álcool gel, uma medida preventiva muito popular durante a pandemia de gripe H1N1 em 2009, não aumenta a proteção contra o vírus, afirma estudo divulgado neste domingo (12) em uma conferência médica nos Estados Unidos.
Um desinfetante de mãos à base de álcool não reduz de forma significativa a frequência das infecções por rinovírus (responsáveis pelo resfriado, entre outros) ou o vírus da gripe", afirmam os autores do trabalho.
O estudo foi apresentado em Boston (nordeste), na conferência intercientífica sobre agentes antimicrobianos e quimioterapia (Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy), que reúne em torno de 12.000 especialistas em doenças infecciosas até 15 de setembro.
O trabalho foi dirigido por Ronald Turner, da Universidade de Virgínia (leste) e financiada pela Dial Corporation, uma empresa de produtos de higiene e cuidado do lar, filial do grupo alemão Henkel.
"Os resultados deste estudo sugerem que a transmissão pelas mãos é talvez menos importante para a propagação do rinovírus do que se acreditava", afirmam os autores.
Os cientistas concluíram que 12 de cada 100 participantes do grupo que lavou regularmente as mãos com álcool gel foram contaminados com o vírus da gripe H1N1, enquanto que no grupo que não usou nenhum desinfetante, 15 de cada 100 contraíram a doença.
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