Total de visualizações de página

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Monopólio milionário
           Este é um assunto que grande parte da imprensa nacional gosta de falar. Presidência de federações hoje é tabu para muita gente, mas como nós não temos compromisso com ninguém, vamos abordar este tema hoje.
          Porque os presidentes de federações são quase vitalícios ou permanecem no cargo mais do que o normal no cargo, ao contrário das diretorias dos clubes que são bienalmente ou trienalmente falando.
            Em São Paulo, Eduardo Farah ficou mais de 15 anos na federação, no Rio Eduardo Viana depois de 28 anos só saiu quando morreu e o atual presidente já está já quatro anos e pelo visto também será outro apegado ao poder. Estes mesmos exemplos se seguem em Minas Gerais, Pernambuco, Paraná e pelo Brasil afora. Esta vergonha nacional que é a presidência de federações precisa ser urgentemente revista pela legislação brasileira.
          Como neste país as coisas não são sérias, Ricardo Teixeira está há 24 anos no comando da CBF e ainda vai ficar mais 4 anos, e já se fala que seu substituto será Andrez Sanchez, presidente do Cotinrhians. A história é que Teixeira já estaria se preparando para assumir a presidência da Fifa. Mas primeiro ele precisa ser eleito.
         O que acontece é que isso é um monopólio milionário, que rende muito dinheiro e favores pessoais para estes presidentes, ajudados por uma boa parte de políticos, descompromissados com a verdade e a honestidade.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
O sedex 10 do futebol brasileiro
         A eliminação do Palmeiras da Copa Sul Americana representa a realidade do alvi verde paulista hoje. Um clube mergulhado em discórdia, clima político conturbado, guetos interferindo em todos os setores, e , acima de tudo desconfiança geral da torcida, que não merece, pois o Palmeiras é um grande clube, campeão do século passado, detentor de muitas glórias e com uma grande torcida no Brasil inteiro.
        Não é hora de apontar o dedo, pois o time profissional ainda sente e eliminação na competição internacional, mas algumas coisas não podem escapar da mira da imprensa nacional, que de fora enxerga erros que os dirigentes teimam em encobrir e fingir que está tudo bem, aliás, a diretoria agora culpa a imprensa pelo fracasso do time.
        Luiz Felipe Scolari não é culpado totalmente pela derrota, ele tem culpa quando substituiu mal no jogo e para um treinador contratado para fazer a diferença, não correspondeu. A família Scolari da seleção brasileira não foi reeditada com cinco meses de clube o único resultado mais convincente foi o triunfo sobre o Vitória (BA) 3 x 0, mas é muito pouco para um técnico de categoria internacional.
           A diretoria contratou mal e mais de 14 jogadores não merecem vestir a camisa verde e branca. Vagner Love saiu brigado com a torcida depois de algumas noites na boemia: Diego Souza é outro que poderia estar no time, mas se deixou envolver com a torcida e brigou com torcedores, muito embora, não seja um jogador nota 10; Kleber contratado como gladiador, não disse ao que veio e no jogo contra o Goiás não apareceu e ainda saiu dando desculpas esfarrapadas. O time tem uma defesas horrorosa e um ataque cardíaco.
           Por fim um diretor de futebol irresponsável que concede entrevista dizendo que “ por mim aplicávamos um WO no Fluminense”, Wlademir Pescarmona pode até pensar assim, mas não pode expressar seu pensamento porque representa um clube de categoria internacional e não um time de pelada.
        Triste somos nós torcedores que apostamos tudo no clube e assistimos um bando desarticulado, com os nervos exaltados mais parecendo uma cavalaria descontrolada sem comando. Triste é a gozação dos adversário no dia seguinte. E já se fala em entregar os dois próximos jogos do Campeonato Brasileiro que culminará com a total falta de respeito pela torcida e os patrocinadores do clube.
        Para quem gosta de entregar jogo e repetir cenas lamentáveis do passado o Palmeiras é o Sedex 10 do futebol brasileiro.
          Luiz Gonzaga Belluzo que está retornando tem uma grande missão pela frente, dirigir o clube na pura expressão da palavras, apaziguar o Palmeiras e separar o joio do trigo entre os guetos formados que só pensam no próprio benefício. Começo a sentir saudades de Mustafá Conturcy. Tenho dito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário