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sábado, 2 de outubro de 2010

INDEFINIÇÃO TOTAL
         Não existe adjetivo melhor para destacar as eleições gerais deste domingo. O TSE nada resovleu sobre vários assuntos os TREs a mesma coisa e o STF passou todo o período de campanha eleitoral fingindo que trabalhava, com reuniões evasivas e que não chegaram a lugar algum, prova disso é o Projeto Ficha Limpa que morreu no nascedouro. Na verdade o país passa por um momento de extrema descridibilidade, falta de cidadnia e inversão de valores. Ninguém mais respeita nada, a nosa juventude não conhece nossoa valores e os símbolos pátrios são vilmente desrespeitados.
     Os jogadores jovens do Campeonato Brasileiro de 2011, "Como tenho 17 anos, ainda não tirei título de eleitor. Não preciso votar e nem quero votar agora", admitiu o atacante do Fluminense Wellington Silva. Vale lembrar que a partir de 16 anos, o voto é facultativo. Com 18, ele passa a ser obrigatório.
         Para justificar o desinteresse pela política, muitas explicações foram dadas. Mas as principais giraram em torno da rotina agitada de viagem, treino e jogo que um atleta de futebol passa, como falou o lateral-direito do Flamengo Galhardo.
       " Não ligo muito para política. Com as viagens, treinos e jogos nem temos tempo de ver muita coisa. Sei da importância das eleições para toda a população, mas ainda nem tinha parado para pensar nisso". No São Paulo, apesar de ter declarado em quem irá votar para presidente em sua página no Twitter, o jovem atacante Lucas Gaúcho não quis falar com a reportagem sobre o assunto, assim como seu xará Lucas (ex-Marcelinho), sugerindo uma falta de familiaridade com o tema.
         O único que aceitou falar sobre política foi o volante Casemiro, que seguiu a mesma linha de desinteresse dos demais. Ele afirmou que vai justificar o voto no primeiro turno e provavelmente
          Outro absurdo é a aprovação da esposa de Joaquima roriz. Weslian como candidata em seus lugar, aí perguntamos: " quer dizer que não precisa mais carência eletoral? Se eu quiser me candidatar no dia da eleição posso?"
         As placas, cartazes, panfletos, e tudo que tem direito produziu um visula nojento, tétrico, ridiculo em toda campanha eleitoral e ninguém tomou providência alguma. Canndidatos tiveram o displante de colocar seus monstrengos em ruas, avenidas, becos, calçcadas, expulsando inclsive, pedrestes das ruas.
            Foram gastos rios, mares de dinheiro em propaganda eletoitora, principalmente no rádio e televisão , dinheiro que poderia ser aplicado em alimentação, saude, cultura, notadamente para os menos favorecidos pela sorte. Isso significa apontar dujas coisas: ou os partidos políticos e candidatos estão muito ricos ou o Estado brasileiro é o mais poderoso, talvez da América Latina, pois esse tipo de atitude não é visto em nenhum país, pelo menos na América. Nem os Estados Unidos gasta tanto dinheiro com campanha política.
       Enfim, chegamos ao final da campanha e amanhã estaremos comarecendo às urnas, certos de que somos milhões de palhaços no circo político armado pelo  Brasil de Lula e que será continuado por Dilma, num Estado da Federação que já foi berço da cultura e hoje é o navio negreiro do Seu Cabral, como diz uma musica basileira. 
        E  daqui dois anos tem mais, quando novamente seremos obrigados a sair de um dia de trabalho e ir para casa nos deliciar com a campanha gratuita que não nos diverte, não nos incentiva para nada e acima de tudo é eivada de mentiras, propostas riduculas e acusações infundadas, que  nunca são investigadas.
  

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