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sábado, 5 de junho de 2010

TOK DE CRAQUE NA COPA 2010
O Brasil na Copa de 1950:
      Sediando pela 1ª vez a competição, o Brasil estreou contra o México e goleou: 4 a 0. Na segunda partida o primeiro tropeço. O 2 a 2 diante da Suíça, obrigava a seleção a vencer a Iugoslávia na última rodada. Resultado: 2 a 0 e classificação carimbada para o quadrangular final. Na estreia 7 a 1 na Suécia. Na segunda rodada 6 a 1 na Espanha (algoz da Copa de 1938) e confiança total no título diante dos uruguaios em pleno Maracanã, recém inaugurado. No entanto, nem os quase 200 mil torcedores presentes evitaram com que a seleção fosse derrotada por 2 a 1 e ficasse com o amargo segundo lugar.
            Camarões
        Os campeões olímpicos de 2000, contam com Samuel Eto’o para chegar longe na Copa do Mundo da África. Com a fama de uma seleção veloz, Camarões, leva a responsabilidade de representar seu continente com honra na competição. A equipe camaronesa enfrenta um grupo difícil na primeira fase da competição, com Japão, Dinamarca e Holanda, e busca superar a campanha de 1990, quando conquistou o 7º lugar na Copa Fifa, sua melhor colocação até o momento.
                      O Brasil na Copa de 1954:
         Disputada em território suíço a competição foi a primeira em que a Seleção utilizou a camisa amarela, substituindo a branca que era considerada uma fonte de azar. Na primeira fase a goleada por 5 a 0 sobre o México e o empate de 1 a 1 diante da Iugoslávia garantiram a classificação para as quartas de final. No entanto a derrota de 4 a 2 para a Hungria nesta fase acabava com o sonho brasileiro de ser campeão mundial de futebol.
             Chile
         Com o argentino El Loco Bielsa no comando da seleção, o Chile almeja chegar longe na Copa do Mundo da África. O treinador conseguiu classificar os chilenos em segundo lugar nas eliminatórias. “La Roja”, como é chamado a seleção do Chile, vem jogando um futebol solto e ofensivo e conta com um conhecido dos brasileiros para surpreender no oitavo mundial que disputa. O meio campista Valdívia, ex-Palmeiras é uma das esperanças do povo para a conquista da taça.
          O Brasil na Copa de 1958:
       Depois de chegar perto do título em 1938 e em 1950, o Brasil inovou o jeito de jogar futebol e adotou um novo sistema tático: o 4-4-3. Aliado a isso, a genialidade de Pelé e Garrinha impressionava os adversários. Na estreia vitória de 3 a 0 sobre a Áustria. Na sequência empate sem gols com a Inglaterra e triunfo de 2 a 0 diante dos soviéticos. Nas quartas de final o adversário era o País de Gales: 1 a 0 Brasil. Na semifinal a França foi a vítima. Com três gols do Rei a Seleção impôs um 5 a 2 e chegava a sua segunda final de Copa do Mundo. Dessa vez, no entanto, o destino foi diferente de oito anos atrás: 5 a 2, contra a Suécia, dona da casa, e o país chegava ao topo do futebol mundial.
        Coréia do Norte
       Rival do Brasil na estréia da Copa, a Coréia do Norte, faz sua segunda participação na competição mundial. Após 44 anos de espera, o técnico Kim Jong-Hun, fez uma bela campanha nas eliminatórias, variando o esquema tático para surpreender os adversários. Os coreanos irão enfrentar um difícil grupo na primeira fase, Brasil, Costa do Marfim e Portugal são as seleções a serem batidas pelos asiáticos. Dona de um futebol defensivo, a Coréia do Norte joga na maioria das vezes no contra-ataque, e espera ao menos passar da primeira fase.
        O Brasil na Copa de 1962:
Com praticamente a mesma base que havia conquistado a competição quatro anos antes, o principal adversário do Brasil no Chile foi a ausência de Pelé que se machucou durante a Copa. No entanto, Garrincha assumiu o comando do time e levou a Seleção novamente ao título. Na estreia vitória por 2 a 0 sobre o México. No segundo jogo empate sem gols diante da Tchecoslováquia. Na última rodada da primeira fase triunfo de 2 a 1 contra a Espanha. Nas quartas de final a vítima foi a Inglaterra: 3 a 1 Brasil. Na semifinal os donos da casa foram derrotados por 4 a 2 e, na grande final, um novo encontro com a Tchecoslováquia. De virada, 3 a 1 para a seleção brasileira bicampeã mundial.
      
             Coréia do Sul
        Figurinha freqüente nas últimas Copas, a Coréia do Sul vai a sua oitava competição mundial, sendo a sétima seguida. Apontada como a principal seleção para representar a Ásia na Copa do Mundo na África, a Coréia conta com o técnico Hung Jung-Moo, para fazer uma bela participação no mundial. A equipe atua no tradicional sistema 4-4-2 e tem como destaque a velocidade de seus jogadores. O astro da equipe joga no Manchester United da Inglaterra, Ji Sung-Park tentará levar os asiáticos o mais longe possível na competição.
        O Brasil na Copa de 1966:
        Atual bicampeão mundial, a Seleção cometeu muitos erros durante a preparação para esta Copa, disputada na Inglaterra, e acabou pagando caro por isso. A estreia até deixou a impressão que a campanha terminaria outra vez de forma gloriosa: triunfo de 2 a 0 sobre a Bulgária. Porém, na partida seguinte, veio o primeiro tropeço com a derrota de 3 a 1 para a Hungria, do lendário Puskas. Na terceira rodada outro 3 a 1, desta vez para a seleção portuguesa, eliminou o Brasil ainda na primeira fase.
         Costa do Marfim
        A favorita do continente africano, a Costa do Marfim é a promessa da Copa do Mundo da África. Nomes como Didier Drogba, Yaya Touré, Eboue entre outros, credenciam a seleção dos elefantes a almejar algo a mais na competição. Segundo adversário do Brasil no mundial, a equipe laranja participa da sua segunda Copa do Mundo, com grande esperança de brigar junto às grandes seleções. Considerada a geração de ouro da Costa do Marfim, os torcedores criam uma grande expectativa em cima dos jogadores, almejando até uma semi-final inédita para a África.
        O Brasil na Copa de 1970:
        Exaltada como a melhor Seleção Brasileira de todos os tempos, a equipe realmente fez uma campanha irreparável, com 100% de aproveitamento. Contando com verdadeiros gênios da bola, o Brasil foi passando por cima de todos os adversários e chegou ao tricampeonato mundial, no México. A goleada de 4 a 1 em cima da Tchecoslováquia na estreia já dava mostras que o time dificilmente seria batido. As vitórias de 1 a 0 e 3 a 2, contra Inglaterra e Romênia, respectivamente, asseguraram o primeiro lugar da chave. Nas quartas de final triunfo de 4 a 2 contra o Peru e, na semifinal, outra seleção sulamericana pelo caminho. Desta vez 3 a 1 sobre o Uruguai. Na decisão os impiedosos 4 a 1 sobre os italianos coroaram aquela fantástica geração.
            Dinamarca
        A famosa “Dinamáquina” pretende voltar, a seleção do técnico Morten Olsen, surpreendeu a todos, classificando-se diretamente para a Copa do Mundo na África. Após ficar fora da Copa de 2006, a Dinamarca conta com nomes experientes como o atacante Tomasson do Feyenord, e o zagueiro Daniel Agger do Liverpool para surpreender os adversários na África. Realizando sua quarta participação em mundiais, a seleção escandinava superou Portugal de Cristiano Ronaldo e a Suécia de Ibrahimovic nas eliminatórias.

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