Tradicional desfile cívico-militar de 16
de maio reverencia também o centenário
do Sanatório Naval do município
Henrique Amorim
O aniversário de 192 anos de Nova Friburgo teve como ponto alto das comemorações o tradicional desfile cívico militar na Avenida Alberto Braune, quando representações de corporações militares, entidades de classe e assistenciais, associações e estudantes coloriram a principal avenida da cidade numa homenagem especial e bastante emocionante com quase quatro horas de duração. Dessa vez, o desfile teve ainda um diferencial: uma série de homenagens ao centenário do Sanatório Naval de Nova Friburgo, a ser completado oficialmente no próximo dia 30 de junho. Aliás, o desfile cívico-militar com partipação de parte do efetivo do Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro, abriu as comemorações dos 100 anos de atividades do Sanatório Naval em Nova Friburgo.
Por diversas vezes durante o desfile foi entoada a Canção do Marinheiro, emocionando militares e o público. Até mesmo o diretor do Sanatório, o capitão de fragata e médico, Nestor Francisco Miranda Júnior, chegou as lágrimas no palanque oficial com tantas homenagens, especialmente durante a passagem de cerca de três mil alunos das escolas da rede pública municipal de ensino que fizeram coro com a ‘Canção do Marinheiro’. “Toda a tripulação do Sanatório Naval, incluindo oficiais, praças e servidores civis agradecem toda as manifestações de apreço e carinho da população friburguense demonstradas no desfile, principalmente às escolas municipais pela belíssima homenagem ao centenário daquela instituição”, disse o capitão Nestor Miranda Júnior em nota especial de agradecimento enviada ontem à redação de A VOZ DA SERRA.
A etapa militar da Parada de 16 de maio contou com a solenidade oficial de hasteamento das bandeiras do Brasil, Estado do Rio de Janeiro e Nova Friburgo na planópia em frente a Prefeitura, pontualmente às 9h, revista às tropas militares e apresentações das bandas sinfônicas Campesina e Euterpe Friburguense, a banda convidada Recreio Bonjardinense e Corpo de Fuzileiros Navais. Também desfilaram representações do 11ºBPM e do 6º Grupamento do Corpo de Bombeiros com mostra de viaturas, Tiro de Guerra do Exército e Guarda Municipal.
Os cerca de três mil alunos da rede municipal que participaram da homenagem também se destacaram ao cantarem durante sua apresentação uma versão do Hino de Nova Friburgo especialmente criada para o desfile. Já a representação da Secretaria Municipal de Agricultura também foi uma das mais aplaudidas pelo público por levar para o desfile um caminhão especialmente decorado por flores do campo cultivadas na região de Vargem Alta, o principal celeiro produtor de flores de corte do município. A formação de um tapete de pétalas de rosas feita por crianças ao longo da Avenida Alberto Braune também encantou. A apresentação foi precedida do grupo Sanfoneiros da Serra, do distrito de Lumiar, que homenageou, em frente ao palanque, o prefeito Heródoto Bento de Mello, que até arriscou uns passos de forró.
As escolas públicas e particulares que mantém a tradição das bandas marciais também se destacaram durante o desfile com bonitas execuções de clássicos da música popular brasileira, o ‘parabéns para Nova Friburgo’ e reverências à Marinha do Brasil. As bandas de tambores chamaram a atenção com os grupos de alunos das escolas Nossa Senhora das Mercês, Nossa Senhora das Graças, Odette Penna Muniz, Jamil El-Jaick, Dom Pedro I, Galdino do Valle Filho, Canadá e Tuffy El-Jaick. Os alunos da Oficina Escola de Artes junto com a Banda Municipal de Nova Friburgo apresentaram coreografias circenses na avenida encantando o público, assim como a equipe de ginastas do Instituto de Esportes e Cultura (Inec).
O desfile contou ainda com a participação de representantes das colônias dos países europeus que participaram da colonização de Nova Friburgo, grupo de mineiro pau da Escola Rei Alberto I com demonstração da cultura popular ao longo da avenida, União Brasileira dos Trovadores (UBT), Sociedade Pestallozi com apresentação de sua banda, Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Associação Friburguense de Pais e Amigos do Educando (Afape), Associação das Mulheres Mastectomizadas, que chamou a atenção para a necessidade da prevenção ao câncer de mama, sinuqueiros Tigres da Serra, grupo de Escoteiros Anchieta e os projetos esportivos Gol de Placa, Solução e Dever de Casa.
::::::::::::::::::::::::::::::
Sintomas de queda
ou video tape de 2002
Os dois títulos cabem bem no ambiente que reina no Parque antarctica hoje. Três meses e meio dois técnicos diferentes. Esse é o Palmeira do economista Luiz Gonzaga Beluzzo. Um festival de incompetência e desmandos. Problemas dom jogadores, saída de profissionais do departamento de futebol e desencontro total na equipe profissional que foi eliminada do Campeonato Paulista, Copa do Brasil e não vai chegar longe no Brasileirão 2010.
Alguém vai dizer que ainda é premeditado dizer que o algum clube vai cair, porque domingo terminou a segunda rodada, mas em 2002 a queda para a segundona começou com mudança de técnicos: Wanderley Luxemburgo, Estevão Soares, Tite e etc.
Um clube da tradição Palmeiras não pode ser tão mau administrado como nos últimos dois anos. E o que mais assusta é que Beluzzo é um grande economista, de uma respeitabilidade fora do comum e mesmo assim. Na consegue fazer o Palmeiras andar. Aquilo que era uma esperança para todos os palmeirenses se transformou num verdadeiro pesadelo.
Antonio Carlos Zago chegou como a salvação da Pátria e acaba de ser dispensado, tumultuando ainda mais a semana do verdão. Concordo com Wanderson Nogueira quando diz que Palmeiras, Vasco e atlético do Paraná são sérios candidatos à segunda divisão em 2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário