Ministros do Esporte e do Meio Ambiente firmam
acordo para Copa e Olimpíadas sustentáveis
O ministro do Esporte, Orlando Silva, e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, firmaram nesta quinta-feira (29/04) um acordo de cooperação destinado a elaborar e implementar uma agenda sustentável para a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016. “A assinatura de hoje marca o início de um trabalho conjunto que será feito com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para preparar as ações ligadas à sustentabilidade da Copa de 2014”, disse Silva.
Segundo o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu, no âmbito do Comitê Gestor da Copa 2014, 10 câmaras temáticas, entre elas, uma relacionada ao tema ambiental, que será coordenada pelo MMA. “O objetivo é fazer a mais verde de todas as Copas. Nós temos agenda para isso, capacidade política, capacidade técnica, interesse dos governos, sensibilidade dos empresários, além do apoio e da confiança da Fifa”, declarou.
A parceria vai facilitar o licenciamento ambiental dos empreendimentos prioritários dos eventos esportivos para evitar impasses que possam atrasar as obras previstas no cronograma brasileiro. A ideia é abrir o diálogo entre os responsáveis pela criação dos empreendimentos com os responsáveis pelo licenciamento ambiental na busca por soluções conjuntas, com garantias de proteção do meio ambiente. "Estamos entrando em campo para `jogar` as preparatórias para a Copa do Mundo", disse a ministra Izabella.
O ministro Orlando Silva explicou que entre as ações previstas no termo de cooperação estão: a exigência de certificação ambiental dos projetos de reformas de estádios para tomar empréstimos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a preocupação com meios de transporte mais limpos e a utilização de produtos orgânicos. “Isso vai exigir muito trabalho, muita articulação governamental e estímulo ao setor privado”, disse.
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Doutor em bioética fala sobre o novo Código de Ética Médica .
Em entrevista à Revista Vida e Família (RVF), o doutor em bioética e padre camiliano, Leo Pessini, que participou do processo de elaboração do novo Código de Ética Médica Brasileiro, que entrou em vigor no dia 13, falou sobre a produção desse novo documento. Ele destacou as novidades do Código, como, a aprovação do trabalho, resultado da análise de 2.575 sugestões de mudanças encaminhadas por profissionais especialistas e instituições afins e de sua nova composição: “O novo código é composto de um preâmbulo com 6 incisos, 25 incisos de princípios fundamentais, 10 incisos sobre ‘direitos’, 118 artigos de normas deontológicas [...]”, diz ele.
Leo Pessini também fala, na entrevista, de sua experiência, em participar da elaboração do novo Código, sendo o único profissional não médico do grupo. “Foi uma experiência fantástica, profundamente enriquecedora em termos de troca de conhecimentos inter e multidisciplinar”, acentuou. Da questão religiosa, tratada, no Código, o doutor afirma que, como os códigos anteriores, o novo "menciona a religião numa perspectiva tímida e negativa". Segundo ele, a religião é "ligada à discriminação e interesses que comprometem uma conduta de lisura ética [...]".
Entre outros pontos, Pessini destaca também os avanços presentes no novo Código, as diferenças entre esse e o anterior, bem como a não comercialização da medicina. Sobre isso, o artigo 68 enfatiza sobre a vedação ao “exercício da profissão com interação e dependência de farmácia, indústria farmacêutica, óptica ou qualquer organização destinada à fabricação, manipulação, promoção ou comercialização de produtos de prescrição médica de qualquer que seja sua natureza”.
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